Já não sou aquela que ontem, segura da limitação da sua própria existência, disse - em voz alta - que dar conta das imperfeições do outro era esfera do divino e portanto, ao corpo (bicho faminto que é), caberia apenas a tarefa de escolher uma presa do tamanho da sua vontade, ou MAIOR. Eu estava embriagada de chá àquela altura e espero que isto sirva de argumento quando confrontada com o dono do formigueiro... À parte minha defesa, acho mesmo que você, Faroleiro, é um mágico-inventor: lux sub illa umbra! shhhhh...
Terra à vista: diriam, aos pares, os corações domados.
Mar à dentro: eu digo (só) - só porque eu sei.
Mas hoje não estou para a poesia... A gota do mar é só a gota do mar; nem por isso fico triste. Por sabê-la assim, faço dela o que eu quiser. Aliás, eu tenho um barco à vela e lá fora parece que faz sol: lux sub illa umbra! shhhhh...
Mar à dentro: eu digo (só) - só porque eu sei.
Mas hoje não estou para a poesia... A gota do mar é só a gota do mar; nem por isso fico triste. Por sabê-la assim, faço dela o que eu quiser. Aliás, eu tenho um barco à vela e lá fora parece que faz sol: lux sub illa umbra! shhhhh...
----------------------------------
PS: "...Eu vou só. Eu vou só sem Analia mas eu vou. "
Nenhum comentário:
Postar um comentário