pois acabo de te ler, querida. Me ver através dos teus olhos apertados foi como caminhar por um longo corredor de árvores altas e troncos firmes e, como se não bastasse a beleza do caminho, ainda ter a sorte de encontrar a passagem secreta da floresta com que sonhávamos em nossos tempos de meninice - aquela que nos traria de volta à casa, seguras e salvas, após uma longa aventura; então nos deitaríamos à cama e ao provar das gotas do chocolate que fervilha na xícara sobre a cabeceira, conseguiríamos aquecer, um pouco que seja, nossos corações desbravadores... Tão desbravadores que agora parecem por demais cansados.
(...)
Ando ausente, eu sei. talvez esteja apenas cumprindo o meu destino de ser só - E não por amor de menos...! Não por nada; esta queixa da vida é quase um vício. vou parar aqui... eu deveria era te dedicar uma canção alegre, fazê-la rir como naquele carnaval que tivemos ou ao menos ter a decência de retribuir o convite pro café. Isto sim, está feito: quer?
quero, claro que sim.
ResponderExcluirquando podes? pode ser na quinta?