sexta-feira, 31 de julho de 2009

deve ser amor que estou sentindo...

De repente, me deu saudade. Saudade daquelas que invade o pensamento com coisas do tipo abraço de biblioteca e o sol brilha no quarto enquanto brincamos... Saudade de coisas que acho que nunca vou esquecer porque elas não mais estão, elas são. Como tudo aquilo que é, simplesmente, sem razão de explicação ou questionamento. Destas que devora e preenche ao mesmo tempo, que está tão dentro e tão fundo que é quase intocável - como o segredo da coca-cola que outro dia vi no filme de animação... Não é saudade, estou usando o termo errado. É destas certezas que emociona, que quer olhar nos olhos e se ver. E de fato se vê, se escuta, se encontra. Que sorri, que tem calma e liberdade para fazer outras coisas, mas que cuida com dedicação e beleza daquilo que se tem, colocando à parte o lado obscuro das certezas que costumeiramente faz-nos negligentes... Deve ser amor. Só pode ser amor...

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